domingo, 10 de novembro de 2013

Os ciclistas e a Lei 72/2013 décima terceira alteração ao Código da Estrada

O Código da Estrada vem republicado em anexo à Lei 72/2013 de 3 de setembro; esta lei é a Décima terceira alteração ao Décima terceira alteração ao Código da Estrada. Os seus artigos e as correspondentes alterações entram em vigor em 1 de janeiro de 2014 pelo que a republicação em anexo à lei é o texto que estará em vigor no início do proximo ano. A Lei e a republicação do  Código da Estrada, nomeadamente as alterações favorecendo algo mais os ciclistas e dando-lhes mais condições para a circulação no trânsito, podem ser lidas em:

http://dre.pt/pdf1s/2013/09/16900/0544605499.pdf


[Editado] Nota: para ter acesso ao Código da Estrada atualizado consultar o site da Procuradoria Geral Distrital de Lisboa ou mais concretamente http://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?tabela=leis&artigo_id=&nid=349&ficha=1&pagina= &nversao=&so_miolo=

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Ideias para reciclar garrafas de plástico

IN http://ecocosas.com/rec/ideas-plastico/

1. Escoba
escoba Ideas para reciclar botellas de plástico
esc Ideas para reciclar botellas de plástico
2. Hucha (alcancía, guardiola...)
huc Ideas para reciclar botellas de plástico
hucha botella plastico Ideas para reciclar botellas de plástico
Las piezas van unidas con tornillos en este caso para darle un toque estético, las monedas se introducen por el tapón.
3. Portavelas y candelabros

manualidades con botellas de plastico2 Ideas para reciclar botellas de plástico
portavelas botellas plastico Ideas para reciclar botellas de plásticoPaso a paso de los candelabros Ideas para reciclar botellas de plástico
4. Monedero
monedero reciclado Ideas para reciclar botellas de plástico
5. Cortina
michellebrand1 759074 Ideas para reciclar botellas de plástico
6. Porta lapices
manualidades con botellas de plastico3 Ideas para reciclar botellas de plástico
7. Dispensador de bolsas
dispensador1 w Ideas para reciclar botellas de plástico
8. Estuche para gafasgaf Ideas para reciclar botellas de plástico
9.  Para cerrar bolsas
image001 Ideas para reciclar botellas de plásticoimage002 Ideas para reciclar botellas de plástico
10. Caja
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380188 224655747637405 1861513236 n Ideas para reciclar botellas de plástico
408694 166714846764829 24856381 n Ideas para reciclar botellas de plástico
310304 131502840286030 1715785540 n Ideas para reciclar botellas de plástico
10. Cajitas manzana
man Ideas para reciclar botellas de plástico
11.  Reloj de arenaReloj de arena paso a paso2 223x300 Ideas para reciclar botellas de plástico
12. Pulsera
418110 181210005315313 1098502967 n Ideas para reciclar botellas de plástico
13. Comedero de pájaros
botella Ideas para reciclar botellas de plástico
14. Taburete
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15. Flores decorativas
311419 131680313601616 1924011772 n Ideas para reciclar botellas de plástico
16. Palas
547406 247597672009879 1137378185 n Ideas para reciclar botellas de plástico

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Fernandinho: Preparação para o Festival Intercéltico de Sendim 2014

Preparação para o Festival Intercéltico de Sendim, onde vai actuar no dia 2 de Agosto de 2014 na casa da Cultura de Sendim!!!

 https://www.facebook.com/photo.php?v=1397126833857172&set=vb.100006796064584&type=2&theater

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comissária dos Transportes de N.I. * Janette Sadik-Khan: Ruas de Nova Iorque? Deixaram de ser tão más...


http://www.ted.com/talks/janette_sadik_khan_new_york_s_streets_not_so_mean_any_more.html

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

domingo, 25 de agosto de 2013

Resíduos Radiativos no Mar dos Açores

São poucos os que se recordam da luta para parar com o despejo de resíduos radioativos no Mar do Açores. Tal despejo foi realizado durante muitos anos por países europeus com centrais nucleares e só parou em meados dos anos 80 depois duma bem sucedida campanha da Greenpeace... Qual será o estado atual dos contentores de tais resíduos? Será que as águas na proximidade estão radioativas? Para quando planos de monitorização de tais resíduos?

Para recordar as lutas dessa altura deixo o link para um single de música galega:

http://galizaenmusica.blogspot.pt/2013/08/basta-xa-non-os-vertidos-nucleares.html

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Carmina Burana de Carl Orff (versão de 1975 em filme televisivo)





Passou na RTP em 1975 e teve tal êxito que muitas pessoas escreveram
 cartas e a RTP voltou a passar uma semana depois!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Acerca das alterações ao Código da Estrada mais favoráveis à bicicleta (Comunicado MUBI)

http://mubi.pt/2013/07/25/codigo-da-estrada-portugues-entra-finalmente-no-seculo-xxi/

«Ontem, 24 de Julho de 2013, foi um dia histórico na actualização do sistema jurídico rodoviário em Portugal. Durante muitos anos, vigorou no nosso país um arcaico Código da Estrada (CE) que não protegia nem dignificava peões e utilizadores de bicicleta. Estes são, precisamente, os modos de transporte com maiores benefícios para a saúde pública, para a sustentabilidade ambiental e urbana, e para a economia nacional – atendendo, em particular, à forte dependência energética do país em relação aos combustíveis fósseis.
Na sequência de uma notável mobilização de cidadãos e associações de defesa e promoção dos modos activos de deslocação, o novo CE foi ontem aprovado em Plenário da Assembleia da República com votos a favor de todos os partidos (exceptuando a abstenção do PEV). No que diz respeito ao uso da bicicleta, o novo CE introduz importantes alterações que o aproximam da legislação dos países europeus com melhores índices de segurança rodoviária. Destaca-se que este novo CE:
  • Acaba com a discriminação dos velocípedes na regra geral da cedência de passagem: tem prioridade quem se apresenta pela direita num cruzamento não sinalizado, seja um veículo a motor ou um velocípede;
  • Obriga o condutor a assegurar uma distância mínima lateral de 1,5 m do ciclista e a abrandar a velocidade durante a sua ultrapassagem;
  • Reforça que é obrigação do condutor de cada veículo assegurar-se que o seu comportamento não põe em risco a segurança dos peões e condutores de velocípedes, bem como de outros utilizadores vulneráveis;
  • Elimina a obrigatoriedade dos velocípedes circularem nas ciclovias, permitindo ao utilizador de bicicleta optar por circular juntamente com o restante trânsito quando não considere a alternativa em ciclovia vantajosa em termos de segurança, conforto ou competitividade;
  • Introduz a permissão de dois velocípedes circularem lado a lado numa via;
  • Permite a circulação de velocípedes em corredores BUS, quando tal for autorizado pelas câmaras municipais;
  • Equipara as passagens para velocípedes às passagens para peões, tendo agora os condutores dos outros veículos que ceder passagem aos condutores de velocípedes, nos atravessamentos em ciclovia;
  • Prevê e permite o transporte de passageiros em atrelados;
  • Prevê zonas de coexistência, em que os utilizadores vulneráveis podem utilizar toda a largura da via pública e realizar jogos, não sendo permitido o estacionamento nessas zonas;
  • Permite (não obriga) a circulação no passeio por condutores de velocípedes até aos 10 anos de idade.
Embora haja ainda lacunas a suprir no futuro, a MUBi considera esta nova versão do CE uma ferramenta fundamental para que se possa alterar o paradigma da mobilidade em Portugal, reduzindo a subserviência ao automóvel.
Por si só, a aprovação do novo CE não reduzirá a elevada sinistralidade de peões e utilizadores da bicicleta em Portugal – sem paralelo nos outros países da Europa Ocidental. É fundamental que este importante passo seja acompanhado por uma eficaz divulgação das novas regras, em particular aos utilizadores de veículos motorizados, e por um esforço rigoroso das autoridades de segurança para que o CE seja cumprido – em especial no combate às infrações que põem em risco a segurança dos outros utilizadores do espaço público.
A MUBi gostaria de agradecer e partilhar esta alegria com todos cidadãos e entidades que, juntos, lutaram e contribuíram para que se chegasse a este momento»

Acerca das alterações ao Código da Estrada mais favoráveis à bicicleta (reportagem SIC)


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Reflexão sobre Ciclovias em Portugal

Parece que é uma fraude e uma ilusão construir más ciclovias (pistas? faixas?) . As mal feitas de facto são uma grande maioria em Portugal. Além de que são muito problemáticas quanto à gestão dos pontos de conflito: cruzamentos, entroncamentos ou passagens de velocípedes - apenas decorativas mas sem qualquer prioridade em relação aos veículos a motor (a não ser que se instalem semáforos para velocípedes mas esse é um assunto que ainda permite outras reflexãoes)...


Além disso, é duvidoso que sejam as ciclovias o mais importante para promover a utilização da bicicleta. Sobretudo quando são mal planeadas e executadas, erradamente bidirecionais, parcelares, além de ainda por cima obrigatórias (quando, como em França , poderiam ser apenas recomendadas, dando aos ciclistas a possibilidade de escolha quanto à sua utilização). As ciclovias (pistas cicláveis segregadas ou faixas cicláveis contíguas à via de trânsito)... devem ser o último ponto numa hierarquia de planeamento e gestão tráfego que em primeiro lugar deve tomar medidas de acalmia e redução do tráfego automóvel... Também enquanto as leis portuguesas do Direito Rodoviário não mudarem não vale a pena construir ciclovias por causa dos problemas de segurança em cruzamentos e entroncamentos e enquanto não for dada pela lei a prioridade aos ciclistas em termos iguais aos veículos a motor na regra geral da prioridade, além de ser necessário que a lei também dê a prioridade a ciclistas quando circulem em ciclovias e em passagens para velocípedes... Até que haja tais condições legais será raro ter uma grande extensão de ciclovia bem desenhada e sem pontos de conflitos perigosos em entroncamentos e cruzamentos, sendo enfim, uma «fraude» e um engano defender que as ciclovias são mais seguras para os ciclistas só porque sim... Mas há outras condições e infraestruturas que vale a pena defender já: mais estacionamentos para bicicleta em «U» invertido e mais facilidades no transporte de bicicletas em transportes públicos (autocarros, comboio, barco...)

Já agora em relação a infraestruturas, para quem se queira informar melhor , é bom dar uma olhadela a:

http://www.presto-cycling.eu/en/policy-guidelines-a-fact-sheets/infrastructure-planning

Paulo AGB de Andrade

p.s.- Também aprecio o que o Miguel Barroso diz:

«Ainda sobre Sevilha... Por lá não se fizeram só ciclovias (sim, muitas dela mal feitas, outras nem por isso). Mas foi também à conta de retirar automóveis de muito lugar, principalmente no "casco" antigo. Foi lançado um sistema de bicicletas de uso partilhado. Foram modificadas muitas coisas mais. Tudo junto fez crescer a procura da bicicleta..

Para haver alteração de comportamentos, tem de haver alteração do espaço urbano - e isto implica obrigatóriamente retirar espaço e "direitos" aos automóveis, pois ao longo do sec XX o processo foi precisamente o inverso. Nuns locais com ciclovias, noutros com acalmia, noutros com estreitamento de vias, etc, etc... Mas é ncessário alterar o espaço urbano - alterar a infraestrutura.

Há uns anos, havia quem defendesse que não era necessário alterar nada - que as bicicletas poderiam facilmente conviver com o tráfego - secalhar ainda há quem assim pense! eu não penso assim, e até sou dos que andam sem problema nenhum no meio de ruas com tráfego intenso e de alta velocidade (Av. Calouste Gulbenkian, Av. da Índia, etc). Mas o espaço urbano não deve ser desenhado para os mais "fortes". Desenhe-se para os mais frágeis, para as crianças e para os idosos, etc... e para os outros estará adequado de certeza.

Na minha opinião, as ciclovias mesmo sendo mazinhas, fomentam o recurso à bicicleta... deram o caso da FCUL (mas também seria interessante perceber porque é que na cidade universitária, é a que tem mais), mas também a nível de escolas secundárias, ainda não vi nenhuma como a Escola Secundária de Vergílio Ferreira, que tem também a ciclovia de Telheiras a passar à porta, e onde há dezenas de bicicletas estacionadas dentro do recinto da escola. A questão que se coloca, é: se tivessemos uma rede verdadeiramente orientada para a mobilidade, como estariam estes exemplos, e quantos mais haveria assim?

Acho que em Lisboa tem havido coisas mal feitas, e coisas bem feitas. Mas acima de tudo, há muito por fazer... A culpa não é só da vereação dos espaços verdes, ou da mobilidade, mas principalmente da CML num todo - culpas repartidas pelo executivo eleito, mas também pelo modo inoperante das estruturas municipais. Quem conhece os atores e interesses envolvidos nestas questões, sabe bem do que falo. Das forças de bloqueio que um grupo de técnicos consegue ter. Da desarticulação entre departamentos e pelouros. De funcionários incompetentes, etc, etc... a isto tudo, soma-se uma população viciada no automóvel, e que tem o poder de eleger o próximo executivo. Executivo que tem de responder às expectativas da maioria dessa população.

Enfim... é fácil encontrar os problemas, mas as soluções meus amigos, são sempre muito mais complexas - isto não quer dizer que não tenha solução, apenas que nem sempre é tão fácil como queremos acreditar.


Miguel Barroso »

domingo, 23 de junho de 2013

Bonitas Fotos de Anastasia Chernyavsky

Ciclovias? Nem tanto! Respeito em relação aos Ciclistas!...

Texto (o que se segue no link abaixo) com que concordo na generalidade e ao qual acrescentaria : «necessidade de alterar as normas de direito rodoviário para melhor integração dos ciclistas no tráfego e mais direitos e garantias para estes».

O debate dos comentários que se segue ao texto também é muito interessante...

http://ciudadciclista.org/ciclistas-por-el-respeto-carril-bici-no/


Como usuarios/as habituales de la bicicleta expresamos nuestro descontento con la política sobre la bicicleta basada en el carril bici urbano.
El carril-bici urbano responde a un planteamiento anticuado y en entredicho: la creencia de que conviene segregar a los ciclistas del tráfico que circula por la misma vía, legitimando la inconvivencia en el espacio público y las altas velocidades del tráfico motorizado.
Es un error creer que circular por el carril-bici es más seguro que por la calzada: entre otras cosas, disminuye la atención del automovilista hacia la posible presencia de ciclistas en la calzada y elimina la percepción de los ciclistas ante el inherente riesgo del tráfico con el que inevitablemente tienen que interactuar. La segregación da una falsa sensación de seguridad al ciclista a menudo a costa de su seguridad real, a la vez que introduce nuevos peligros en cada cruce, con un resultado desastroso para la seguridad ciclista (1 y 2).
Vemos el carril-bici como algo peligroso, incómodo, obsoleto y caro, que empeora las condiciones para el ciclismo urbano. No es sostenible ni contribuye a la disminución del uso del coche. No promueve en absoluto el cumplimiento de las normas al tráfico motorizado, reforzando cuanto menos su agresividad. En centros urbanos compactos perjudica el espacio del peatón, deteriora aceras, parques y zonas verdes, generando conflictos donde no existían. Limita nuestra libertad: en Barcelona (3), Sevilla (4) y San Sebastián (5) han prohibido que los ciclistas circulemos por la calzada en las calles donde existe un carril-bici.
Es más razonable que las ciudades integren a los ciclistas en el tráfico. La bicicleta es legalmente un vehículo y tiene derecho a su espacio en la calzada. Ciclistas y demás conductores tienen derechos y obligaciones similares y deben convivir civilizadamente. No agradecemos que se nos segregue en carriles-bici para darnos falsas sensaciones de seguridad y para eximir a los automovilistas de su obligación de circular por debajo de los límites de velocidad y de aceptarnos con naturalidad en la calzada. No es una utopía, ideas similares triunfan en ciudades como Londres (6 y 7) y están marcando la tendencia ciclista en la red.
No necesitamos “redes ciclistas”, sino calles seguras y conductores cívicos. No necesitamos carriles-bici, sino una ciudad permeable a la bicicleta. No a la violación tolerada del límite de velocidad máximo en ciudad. Sí a la formación vial basada en información objetiva sobre los beneficios de la bicicleta en lugar de fomentar un miedo injustificado a ir en bici esperando la construcción de infraestructuras. Exigimos seguridad real y respeto mutuo entre todos los conductores. No podemos y no vamos a esperar. Necesitamos libertad para usar nuestras bicis ya, dentro de la ley y con seguridad. Vamos a pedalear y a compartir el placer de pedalear. La calle y la ciudad son de todas y para todas las personas.
1) JEAN-RENÉ CARRÉ, capítulo 2 del informe Projet Éco-Mobilité. Mobilité urbaine et déplacements non motorisés, Institut National de Recherche sur les transports et leur Sécurité (INRETS). Francia, abril 1999. Traducido por Haritz Ferrando, bicicleta Club de Catalunya.
3) EXCMO. AYTO. BARCELONA, Ordenanza de circulación de peatones y vehículos. 27 Nov. 1998, modificada 20 jul. 2001 y 23 feb. 2007.
4) EXCMO. AYTO. SEVILLA, Ordenanza de circulación de peatones y ciclistas. 18 abr. 2008.
5) EXCMO. AYTO. SAN SEBASTIÁN, Ordenanza de circulación de peatones y vehículos de San Sebastián. 15 feb. 2006.
7) MEGAN LANE, In the gutter. BBC News Magazine 10 mar. 2006.
Más información y contacto:
http://ciudadciclista.org
http://wiki.ciudadciclista.org
mail: info@ciudadciclista.org

Realejo «Ruja Ruja quem quiser que fuja!»


terça-feira, 21 de maio de 2013

Magalhães português chama-se Canaimita na Venezuela

Alguém sabia que a encomenda de milhões de computadores a Portugal por parte de Hugo Chavez tinha tido verdadeira sequência? Pois é: o Magalhães português chama-se Canaima ou Canaimita na Venezuela e já são milhões as crianças que têm o computador...   http://multimedia.tlsur.net/media/telesur.video.web/telesur-web/#!es (pesquisar por «Canaima» ou «Canaimita»)


http://venezuelanalysis.com/news/7647
http://www.correodelorinoco.gob.ve/wp-content/uploads/2013/01/COI143.pdf

quinta-feira, 25 de abril de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

21 de abril de 2013

Grande Estreia Mundial de Fernando Meireles Júnior... em Coimbra. Parabéns!...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Terrakota Re-Cooked Sessions 2012

Tracklist 1.So Free feat Helio Bentes 2.Massala Dub feat Vasundhara Das & Mahesh Vinayakram 3.Move On feat Florian Doucet 4.Ayam Dub 5.Chelo Habibi Dub feat Mahesh Vinayakram & Kutla Khan http://other.static.clix.pt/mediagallery.clix.pt/2012/05/28/Terrakota_Re_Cooked_Sessions__320k_/Terrakota_Re_Cooked_Sessions__320k_.zip

Sistemas de Bicicletas Partilhadas no Mundo


View The Bike-sharing World Map in a larger map

Em 2013 Tarifas de micro e mini produção dão novo folgor ao sector fotovoltaico

Com a publicação das Portarias nº 431/2012 e e nº 432/2012 foram estabelecidas as novas tarifas e potências a alocar para o ano de 2013. Para a microprodução foi estabelecido: ·19,6 cent€ por kWh para os primeiros 8 anos ·16,5 cent€ por kWh para os consequentes 7 anos ·11 MW de potência disponível (cerca de 3000 instalações!) Para a miniprodução foi estabelecido: ·15,1 cent€ durante os 15 anos do contrato ·30 MW de potência disponível Assim, surge a oportunidade de obter reconhecimento pelo sector e aproveitar as novas oportunidades que se avizinham Para mais: www.renovaveisnahora.pt/

Plano Nacional de Promoção da Bicicleta e Outros Modos Suaves

http://www.imtt.pt/sites/IMTT/Portugues/Planeamento/EstudosProjectosCurso/PlanoNacionalBicicleta/Documents/PPBOMS_Final.pdf