quinta-feira, 11 de março de 2021

Natal Verde - 30 Anos de Postais de Jorge Paiva (PDF para Download gratuito)





'Natal Verde: 30 anos de postais de Jorge Paiva' premiado em concurso internacional

Projeto recebe menção honrosa no concurso internacional Ciencia en Acción e IUC disponibiliza obra em acesso aberto.
21 agosto, 2020
Fotografia da capa do livro Natal Verde - 30 anos de postais de Jorge Paiva
Fotografia da capa do livro Natal Verde - 30 anos de postais de Jorge Paiva

«« O livro de postais do biólogo e investigador Jorge Paiva 'Natal Verde: 30 anos de postais de Jorge Paiva' recebeu menção honrosa no prémio internacional Ciência en Acción, em Barcelona. O projeto do livro foi organizado pelo Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra em parceria com a Ordem dos Biólogos e editado pela Imprensa da Universidade de Coimbra. A distinção no concurso, anunciada no mês de julho, foi atribuída por unanimidade. 

O livro, publicado em dezembro de 2019, reúne a coleção de postais de Natal que Jorge Paiva publica e distribui um pouco por todo o mundo, desde 1990. Há, portanto, 30 anos que o investigador deixa alertas e lança reptos com os seus postais de Natal de natureza ecológica. Como escreve no prefácio da obra o vice-reitor para a Inovação e Empreendedorismo da UC, Luís Simões da Silva, os postais de Natal do investigador "têm contribuído em muito para a manutenção dos laços de milhares de antigos alunos da Universidade de Coimbra com o local onde se formaram". Além disso, o vice-reitor encara a edição como ferramenta de trabalho educacional e aprofundamento coletivo da consciência cívica, "sobre a importância de preservar e de viver em harmonia neste planeta que é o nosso: a Terra". 

Paulo Renato Trincão introduz a obra lembrando o cuidado de Paiva com a criação dos postais anualmente: "é com imaginação, carinho e muito trabalho que, desde há 30 anos, quando o verão chega ao fim, começa a pensar o seu próximo postal de Natal". As fotografias, como indicado no livro, são retiradas do acervo do próprio autor, ao lado de textos "profundamente atuais e interventivos", onde Jorge Paiva expõe as preocupações sobre os diversos problemas ambientais. 

Os postais chegam a aproximadamente três mil pessoas por ano - enviados cuidadosamente por Paiva, e sempre que possível entregues em mão - e a ideia, com a edição do livro, foi ampliar esse espectro, principalmente no intuito de que os postais cheguem a mais professores. Além da íntegra dos textos e fotografias dos postais enviados por Paiva a locais em todo o mundo desde 1990, o livro traz uma entrevista com o autor, ao final: "Não vamos conseguir sobreviver na terra sem a floresta". 

Além de estar à venda no Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra, na esteira da premiação o livro foi disponibilizado recentemente pela IUC em acesso aberto, em PDF: https://doi.org/10.14195/978-989-26-1912-5.  

A obra foi coordenada por Paulo Renato Trincão, Lídia Pereira e Ana Rita Paiva. »» in https://www.uc.pt/openscience/article?key=a-8c90152e86 

sábado, 29 de agosto de 2020

Plantas Silvestres Medicinais e Plantas Silvestres Alimentares (em Alimentação Saudável e Natural)

 (A propósito de um post de Juvenal Branco, no seu Facebook) Estou convencido que número muito grande de plantas (ou suas partes) é medicinal. Não tanto, mas também em grande número: a maioria das plantas (ou suas partes) é alimentar. Tenho cerca de 40 livros sobre plantas. Toda a vida me tenho inspirado neles para descobrir inúmeras vantagens em plantas (ou suas partes) que eu próprio colho. Acho que se pode recorrer à medicina alopática, à naturopatia, osteopatia, fisioterapia, alimentação saúdável e biológica e a vitaminas, minerais e outros suplementos e, até, especiarias. Estranho que se avise tanto sobre a medicina alopática umas vezes... e agora sobre as plantas medicinais (silvestres?!). É óbvio que é importante conhecer as plantas e as suas propriedade. Mas daí a inculcar medo em relação às plantas por causa dos seus salicilicatos ou oxalicatos parece-me exagerado. Nomeadamente se o objectivo parece ser o de defender a homeopatia... Tenho grandes dúvidas em relação à homeopatia e às suas doses infenetisimais (que remetem mais para a zona dos placebos). Parece-me que a homeopatia, pela quantidade, está em grande contradição com a quantidade diária necessária para a alimentação duma pessoa. Acho que para se ter uma vida saudável a principal fonte é uma alimentação saudável, biológica e variada. O mais possível!... e com a inserção, bem documentada, de inúmeras plantas silvestres (em saladas, como aromáticas, em infusões ou decocções = vulgo «chás»). Plantas ao alcance de qualquer pessoa por esses campos fora: hortelã, cidreira, tília, folhas de morangueiro, aloés vera,... etc, etc... Recuso qualquer monopólio seja da medicina alopática, da homeopática, ou outras. Como diz simbolicamnete o povo na canção «Não me importa de quem tem casas, parelhas e montes\ Só me importa de quem bebe a água em todas as fontes». Aparte final: além de outros salgueiros, o Salgueiro Branco («Salix Alba») tem, nomeadamente nas cascas dos ramos de cerca de 2 anos, a possibilidade de se extrairem salicilicatos muito aptos a serem usados em situações de febres ou dores... (cautelas em pessoas que tomem medicamentos alopáticos para fluidificar o sangue).



segunda-feira, 6 de julho de 2020

Comecei a fazer pão...

Olá. Comecei a fazer pão aos 16 anos (há 38 anos). Ao longo deste tempo, fiz pão em forno eléctrico, em patusca eléctrica, em forno a gás, em forno a lenha de metal... em forno circular a lenha de aldeia (cerca de 15 pães duma vez), em máquina de pão eléctrica... Também já vi fazer pão em forno solar. Sempre usei, as muito mais saudáveis, farinhas integrais: de trigo, milho, centeio, espelta... Sempre usei sal marinho integral (20% de minerais e oligoelementos essenciais). Tenho usado vários complementos: levedura de cerveja, alfarroba em pó, cacau, ervas aromáticas (oregãos, tomilho, alecrim, salva, etc...), sementes (linhaça, girassol, cânhamo, sésamo/gergelim, papoila, pevides de abóbora, etc...), frutos secos partidos (amêndoas, avelãs, nozes, alperces, ameixas, passa de uva, etc...), aveia. Já experimentei usar várias frutas frescas (maçãs, pêssegos, etc...) e legumes frescos (cenoura, beterraba vermelha, couves, batata doce, alface, salsa, etc...). Tenho comprado farinhas integrais em supermercados, ervanárias e, as mais saudáveis, directamente a moleiras/os... acabadas de moer em moinhos de água/azenhas ou em moinho eléctrico. Fica aqui o meu testemunho. Agradeço a atenção. Saúde!

sábado, 25 de abril de 2020

John Forester ciclista e pensador levado pela morte

https://www.johnforester.com/

Importa lembrar John Forester (ciclista e pensador) levado pela morte!... RIP


«(...)The Effective Cycling Instructor's Manual (...) now been modernized and is available for download and study.
Also available is the manual for intermediate level instruction, Effective Cycling at the Intermediate Level (...)»






sábado, 4 de abril de 2020

Como fazer fermento natural para fazer pão em casa

Do blog: opombom.blogspot.com/2015/12/fermento-natural.html

O Póm Bóm


Blog de experiências com massas, leveduras e pão.

 Um registo para padeiros amadores e de fim-de-semana.

Um dos pontos que mais apreciei no dito workshop com o Mestre Mário Rolando foi a dica para fazer fermento natural.

Basicamente é isto:
- Duas maçãs biológicas cortadas em oitavos (tem mesmo de ser biológicas!);
- Meter num frasco e encher de água (eu usei água canalizada, mas há quem use engarrafada mineral);
- Juntar uma colher generosa de mel;
- Deixar fermentar durante 5 dias fechando o recipiente, e ir mexendo de vez em quando.




No final escoar a água que vai estar cheia de bactérias (cheia de vida!) para se fazer o fermento natural.




Juntar o mesmo peso da água o equivalente em farinha (sem fermento), e misturar até ficar uma pasta uniforme. Reservar em fracos bem vedados.


No dia seguinte estava assim, cheio de força e vida!





Durante 3 a 4 dias ir refrescando o "bicho", juntando a cada parte a mesma quantidade de água e farinha. Só ao fim de uns dias é que ficará pronto para fazer pão. E dá para ver o "bicho" a crescer forte e vivo, cheio de bolhinhas. E o cheiro? Um forte e intenso odor a maçãs! Como diria o mestre: "VIVO! Caramba! Naaatuuuralll! Forte! Com ganas de crescer! Caramba!"


Ao fim de alguns refrescamentos, ou se deita o excesso fora ou acontece isto... o monstro cresce!


Tive de dar fracos a outros amigos padeiros amadores pois já tinha a mais, e assim a estirpe vive noutras casas e viverá enquanto for alimentado. Diz-se que há bichos destes que vivem décadas e décadas, nas casas de antigamente de quem fazia pão caseiro todas as semanas.

A este fermento dá-se nome de "isco", "massa mãe" ou "massa velha" e é a base para fazer pão!

Se se mantiver à temperatura ambiente deve ser refrescado mais ou menos numa base diária, se estiver no frio (frigorífico) pode ser refrescado semanalmente, mas é preciso cuidado para não azedar.

(No blog da Zine do Pão há uns artigos como fazer isco de outras maneiras e como preservar o isco de forma seca ad eternum.)

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Pandemias e predadores - artigo do Jorge Paiva no Público e...«Coronavirus: The Hammer and the Dance»

Jorge Paiva

Começa assim: «OPINIÃO CORONAVÍRUS

Pandemias e predadores

Quando esta pandemia atingir (porque vai mesmo atingir) as populações das favelas americanas, africanas e asiáticas, não vão conseguir controlá-la. Será o caos da humanidade, tanto para pobres como para ricos, pois a morte não se compra.(...)»

**Já agora sugiro também uma outra leitura muito importante: https://medium.com/@tomaspueyo/coronavirus-the-hammer-and-the-dance-be9337092b56 Começa assim...
(...)
Summary of the article: Strong coronavirus measures today should only last a few weeks, there shouldn’t be a big peak of infections afterwards, and it can all be done for a reasonable cost to society, saving millions of lives along the way. If we don’t take these measures, tens of millions will be infected, many will die, along with anybody else that requires intensive care, because the healthcare system will have collapsed.
Within a week, countries around the world have gone from: “This coronavirus thing is not a big deal” to declaring the state of emergency. Yet many countries are still not doing much. Why? (...)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Biodiversity and Health in the Face of Climate Change ... para download gratuito

Também para download gratuito (Recomendo): «How can nature support health and well-being in light of rising temperatures and other effects of climate change? This topic is the focus of a new book on "Biodiversity and Health in the Face of Climate Change", supported by the German Federal Agency for Nature Conservation (BfN) published by Springer.
It covers latest scientific findings on physical, mental and social aspects of health. But also the spread of allergenic plants and vector-borne diseases are discussed. Examples of related activities and Networks on global, regional and national Level are presented. Knowledge gaps are identified and recommendations for policy, planning and administrations are given.

The book is available in printed as well as in electronic open-access version and can be downloaded here: https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-030-02318-8 »