Lei n.º 27/2021 - Diário da República n.º 95/2021, Série I de 2021-05-17
segunda-feira, 17 de maio de 2021
Lei n.º 27/202 Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital
quinta-feira, 11 de março de 2021
Natal Verde - 30 Anos de Postais de Jorge Paiva (PDF para Download gratuito)
'Natal Verde: 30 anos de postais de Jorge Paiva' premiado em concurso internacional

«« O livro de postais do biólogo e investigador Jorge Paiva 'Natal Verde: 30 anos de postais de Jorge Paiva' recebeu menção honrosa no prémio internacional Ciência en Acción, em Barcelona. O projeto do livro foi organizado pelo Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra em parceria com a Ordem dos Biólogos e editado pela Imprensa da Universidade de Coimbra. A distinção no concurso, anunciada no mês de julho, foi atribuída por unanimidade.
O livro, publicado em dezembro de 2019, reúne a coleção de postais de Natal que Jorge Paiva publica e distribui um pouco por todo o mundo, desde 1990. Há, portanto, 30 anos que o investigador deixa alertas e lança reptos com os seus postais de Natal de natureza ecológica. Como escreve no prefácio da obra o vice-reitor para a Inovação e Empreendedorismo da UC, Luís Simões da Silva, os postais de Natal do investigador "têm contribuído em muito para a manutenção dos laços de milhares de antigos alunos da Universidade de Coimbra com o local onde se formaram". Além disso, o vice-reitor encara a edição como ferramenta de trabalho educacional e aprofundamento coletivo da consciência cívica, "sobre a importância de preservar e de viver em harmonia neste planeta que é o nosso: a Terra".
Paulo Renato Trincão introduz a obra lembrando o cuidado de Paiva com a criação dos postais anualmente: "é com imaginação, carinho e muito trabalho que, desde há 30 anos, quando o verão chega ao fim, começa a pensar o seu próximo postal de Natal". As fotografias, como indicado no livro, são retiradas do acervo do próprio autor, ao lado de textos "profundamente atuais e interventivos", onde Jorge Paiva expõe as preocupações sobre os diversos problemas ambientais.
Os postais chegam a aproximadamente três mil pessoas por ano - enviados cuidadosamente por Paiva, e sempre que possível entregues em mão - e a ideia, com a edição do livro, foi ampliar esse espectro, principalmente no intuito de que os postais cheguem a mais professores. Além da íntegra dos textos e fotografias dos postais enviados por Paiva a locais em todo o mundo desde 1990, o livro traz uma entrevista com o autor, ao final: "Não vamos conseguir sobreviver na terra sem a floresta".
Além de estar à venda no Exploratório - Centro Ciência Viva de Coimbra, na esteira da premiação o livro foi disponibilizado recentemente pela IUC em acesso aberto, em PDF: https://doi.org/10.14195/978-989-26-1912-5.
A obra foi coordenada por Paulo Renato Trincão, Lídia Pereira e Ana Rita Paiva. »» in https://www.uc.pt/openscience/article?key=a-8c90152e86
sábado, 29 de agosto de 2020
Plantas Silvestres Medicinais e Plantas Silvestres Alimentares (em Alimentação Saudável e Natural)
(A propósito de um post de Juvenal Branco, no seu Facebook) Estou convencido que número muito grande de plantas (ou suas partes) é medicinal. Não tanto, mas também em grande número: a maioria das plantas (ou suas partes) é alimentar. Tenho cerca de 40 livros sobre plantas. Toda a vida me tenho inspirado neles para descobrir inúmeras vantagens em plantas (ou suas partes) que eu próprio colho. Acho que se pode recorrer à medicina alopática, à naturopatia, osteopatia, fisioterapia, alimentação saúdável e biológica e a vitaminas, minerais e outros suplementos e, até, especiarias. Estranho que se avise tanto sobre a medicina alopática umas vezes... e agora sobre as plantas medicinais (silvestres?!). É óbvio que é importante conhecer as plantas e as suas propriedade. Mas daí a inculcar medo em relação às plantas por causa dos seus salicilicatos ou oxalicatos parece-me exagerado. Nomeadamente se o objectivo parece ser o de defender a homeopatia... Tenho grandes dúvidas em relação à homeopatia e às suas doses infenetisimais (que remetem mais para a zona dos placebos). Parece-me que a homeopatia, pela quantidade, está em grande contradição com a quantidade diária necessária para a alimentação duma pessoa. Acho que para se ter uma vida saudável a principal fonte é uma alimentação saudável, biológica e variada. O mais possível!... e com a inserção, bem documentada, de inúmeras plantas silvestres (em saladas, como aromáticas, em infusões ou decocções = vulgo «chás»). Plantas ao alcance de qualquer pessoa por esses campos fora: hortelã, cidreira, tília, folhas de morangueiro, aloés vera,... etc, etc... Recuso qualquer monopólio seja da medicina alopática, da homeopática, ou outras. Como diz simbolicamnete o povo na canção «Não me importa de quem tem casas, parelhas e montes\ Só me importa de quem bebe a água em todas as fontes». Aparte final: além de outros salgueiros, o Salgueiro Branco («Salix Alba») tem, nomeadamente nas cascas dos ramos de cerca de 2 anos, a possibilidade de se extrairem salicilicatos muito aptos a serem usados em situações de febres ou dores... (cautelas em pessoas que tomem medicamentos alopáticos para fluidificar o sangue).
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Comecei a fazer pão...
sábado, 25 de abril de 2020
John Forester ciclista e pensador levado pela morte
Also available is the manual for intermediate level instruction, Effective Cycling at the Intermediate Level (...)»
sábado, 4 de abril de 2020
Como fazer fermento natural para fazer pão em casa
O Póm Bóm
Blog de experiências com massas, leveduras e pão.
Um registo para padeiros amadores e de fim-de-semana.
Basicamente é isto:
- Duas maçãs biológicas cortadas em oitavos (tem mesmo de ser biológicas!);
- Meter num frasco e encher de água (eu usei água canalizada, mas há quem use engarrafada mineral);
- Juntar uma colher generosa de mel;
- Deixar fermentar durante 5 dias fechando o recipiente, e ir mexendo de vez em quando.
Juntar o mesmo peso da água o equivalente em farinha (sem fermento), e misturar até ficar uma pasta uniforme. Reservar em fracos bem vedados.
No dia seguinte estava assim, cheio de força e vida!
Durante 3 a 4 dias ir refrescando o "bicho", juntando a cada parte a mesma quantidade de água e farinha. Só ao fim de uns dias é que ficará pronto para fazer pão. E dá para ver o "bicho" a crescer forte e vivo, cheio de bolhinhas. E o cheiro? Um forte e intenso odor a maçãs! Como diria o mestre: "VIVO! Caramba! Naaatuuuralll! Forte! Com ganas de crescer! Caramba!"
Ao fim de alguns refrescamentos, ou se deita o excesso fora ou acontece isto... o monstro cresce!
Tive de dar fracos a outros amigos padeiros amadores pois já tinha a mais, e assim a estirpe vive noutras casas e viverá enquanto for alimentado. Diz-se que há bichos destes que vivem décadas e décadas, nas casas de antigamente de quem fazia pão caseiro todas as semanas.
A este fermento dá-se nome de "isco", "massa mãe" ou "massa velha" e é a base para fazer pão!
Se se mantiver à temperatura ambiente deve ser refrescado mais ou menos numa base diária, se estiver no frio (frigorífico) pode ser refrescado semanalmente, mas é preciso cuidado para não azedar.
(No blog da Zine do Pão há uns artigos como fazer isco de outras maneiras e como preservar o isco de forma seca ad eternum.)
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Pandemias e predadores - artigo do Jorge Paiva no Público e...«Coronavirus: The Hammer and the Dance»
Ver artigo do Jorge Paiva no Público: https://www.publico.pt/2020/04/02/ciencia/opiniao/pandemias-predadores-1909724
Jorge Paiva
Começa assim: «OPINIÃO CORONAVÍRUSPandemias e predadores
Quando esta pandemia atingir (porque vai mesmo atingir) as populações das favelas americanas, africanas e asiáticas, não vão conseguir controlá-la. Será o caos da humanidade, tanto para pobres como para ricos, pois a morte não se compra.(...)»
**Já agora sugiro também uma outra leitura muito importante: https://medium.com/@tomaspueyo/coronavirus-the-hammer-and-the-dance-be9337092b56 Começa assim...










