segunda-feira, 6 de julho de 2020

Comecei a fazer pão...

Olá. Comecei a fazer pão aos 16 anos (há 38 anos). Ao longo deste tempo, fiz pão em forno eléctrico, em patusca eléctrica, em forno a gás, em forno a lenha de metal... em forno circular a lenha de aldeia (cerca de 15 pães duma vez), em máquina de pão eléctrica... Também já vi fazer pão em forno solar. Sempre usei, as muito mais saudáveis, farinhas integrais: de trigo, milho, centeio, espelta... Sempre usei sal marinho integral (20% de minerais e oligoelementos essenciais). Tenho usado vários complementos: levedura de cerveja, alfarroba em pó, cacau, ervas aromáticas (oregãos, tomilho, alecrim, salva, etc...), sementes (linhaça, girassol, cânhamo, sésamo/gergelim, papoila, pevides de abóbora, etc...), frutos secos partidos (amêndoas, avelãs, nozes, alperces, ameixas, passa de uva, etc...), aveia. Já experimentei usar várias frutas frescas (maçãs, pêssegos, etc...) e legumes frescos (cenoura, beterraba vermelha, couves, batata doce, alface, salsa, etc...). Tenho comprado farinhas integrais em supermercados, ervanárias e, as mais saudáveis, directamente a moleiras/os... acabadas de moer em moinhos de água/azenhas ou em moinho eléctrico. Fica aqui o meu testemunho. Agradeço a atenção. Saúde!

sábado, 25 de abril de 2020

John Forester ciclista e pensador levado pela morte

https://www.johnforester.com/

Importa lembrar John Forester (ciclista e pensador) levado pela morte!... RIP


«(...)The Effective Cycling Instructor's Manual (...) now been modernized and is available for download and study.
Also available is the manual for intermediate level instruction, Effective Cycling at the Intermediate Level (...)»






sábado, 4 de abril de 2020

Como fazer fermento natural para fazer pão em casa

Do blog: opombom.blogspot.com/2015/12/fermento-natural.html

O Póm Bóm


Blog de experiências com massas, leveduras e pão.

 Um registo para padeiros amadores e de fim-de-semana.

Um dos pontos que mais apreciei no dito workshop com o Mestre Mário Rolando foi a dica para fazer fermento natural.

Basicamente é isto:
- Duas maçãs biológicas cortadas em oitavos (tem mesmo de ser biológicas!);
- Meter num frasco e encher de água (eu usei água canalizada, mas há quem use engarrafada mineral);
- Juntar uma colher generosa de mel;
- Deixar fermentar durante 5 dias fechando o recipiente, e ir mexendo de vez em quando.




No final escoar a água que vai estar cheia de bactérias (cheia de vida!) para se fazer o fermento natural.




Juntar o mesmo peso da água o equivalente em farinha (sem fermento), e misturar até ficar uma pasta uniforme. Reservar em fracos bem vedados.


No dia seguinte estava assim, cheio de força e vida!





Durante 3 a 4 dias ir refrescando o "bicho", juntando a cada parte a mesma quantidade de água e farinha. Só ao fim de uns dias é que ficará pronto para fazer pão. E dá para ver o "bicho" a crescer forte e vivo, cheio de bolhinhas. E o cheiro? Um forte e intenso odor a maçãs! Como diria o mestre: "VIVO! Caramba! Naaatuuuralll! Forte! Com ganas de crescer! Caramba!"


Ao fim de alguns refrescamentos, ou se deita o excesso fora ou acontece isto... o monstro cresce!


Tive de dar fracos a outros amigos padeiros amadores pois já tinha a mais, e assim a estirpe vive noutras casas e viverá enquanto for alimentado. Diz-se que há bichos destes que vivem décadas e décadas, nas casas de antigamente de quem fazia pão caseiro todas as semanas.

A este fermento dá-se nome de "isco", "massa mãe" ou "massa velha" e é a base para fazer pão!

Se se mantiver à temperatura ambiente deve ser refrescado mais ou menos numa base diária, se estiver no frio (frigorífico) pode ser refrescado semanalmente, mas é preciso cuidado para não azedar.

(No blog da Zine do Pão há uns artigos como fazer isco de outras maneiras e como preservar o isco de forma seca ad eternum.)

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Pandemias e predadores - artigo do Jorge Paiva no Público e...«Coronavirus: The Hammer and the Dance»

Jorge Paiva

Começa assim: «OPINIÃO CORONAVÍRUS

Pandemias e predadores

Quando esta pandemia atingir (porque vai mesmo atingir) as populações das favelas americanas, africanas e asiáticas, não vão conseguir controlá-la. Será o caos da humanidade, tanto para pobres como para ricos, pois a morte não se compra.(...)»

**Já agora sugiro também uma outra leitura muito importante: https://medium.com/@tomaspueyo/coronavirus-the-hammer-and-the-dance-be9337092b56 Começa assim...
(...)
Summary of the article: Strong coronavirus measures today should only last a few weeks, there shouldn’t be a big peak of infections afterwards, and it can all be done for a reasonable cost to society, saving millions of lives along the way. If we don’t take these measures, tens of millions will be infected, many will die, along with anybody else that requires intensive care, because the healthcare system will have collapsed.
Within a week, countries around the world have gone from: “This coronavirus thing is not a big deal” to declaring the state of emergency. Yet many countries are still not doing much. Why? (...)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Biodiversity and Health in the Face of Climate Change ... para download gratuito

Também para download gratuito (Recomendo): «How can nature support health and well-being in light of rising temperatures and other effects of climate change? This topic is the focus of a new book on "Biodiversity and Health in the Face of Climate Change", supported by the German Federal Agency for Nature Conservation (BfN) published by Springer.
It covers latest scientific findings on physical, mental and social aspects of health. But also the spread of allergenic plants and vector-borne diseases are discussed. Examples of related activities and Networks on global, regional and national Level are presented. Knowledge gaps are identified and recommendations for policy, planning and administrations are given.

The book is available in printed as well as in electronic open-access version and can be downloaded here: https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-030-02318-8 »


O nefasto (des) acordo ortográfico

Considero um erro técnico grave ensinar o acordo ortográfico (AO) a crianças pequenas que começam logo, também, a aprender inglês e que terão grandes dificuldades na grafia e na pronúncia deste = Pt AO (atividade), Eng (activity), Pt sem AO (actividade) (eu pronuncio o c em actividade), por isso refiro o critério da pedagogia na escola primária; por outro lado também pronuncio o c em espectador... já os jovens e crianças (mas até já em jornais e televisões) escrevem sem c (com base no verbo espetar... com farpas?!) Pergunto: que poder é este do AO mudar administrativamente a fonética duma língua de forma deliberada mas inconsciente?
Muitas das consoantes já tidas por mudas, por influência nefasta do (des)acordo ortográfico de 90, não são mudas para mim que as pronúncio, exemplos: expectativas, espectador, actividade, contracto (independentemente deste c ter «caído» com o acordo de 45), facto, pacto...
Espectador que vê espectáculo e «espetador» (que espeta farpas) são bem diferentes: não me parece que a dupla grafia seja aceitável...
Por outro lado, permitir a dupla grafia como o faz o (des)acordo ortográfico é um erro técnico grave pois a dupla grafia é em geral inaceitável, e não só nesses casos de espectador/espetador ou de facto/fato, visto ser contrária ao conceito de ortografia.

https://participacao.parlamento.pt/initiatives/192 (Registar no site e assinar...)