segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Glifosato IARC - OMS/ WHO - classifica como cancerígeno

Glifosato: IARC da OMS classifica como cancerígeno (provavelmente em humanos e seguramente em animais)

https://www.youtube.com/watch?v=03ZBAwTfNgI
IARC/OMS: «(...) le glyphosate, les données mécanistiques étayent indépendamment le classement en 2A sur la base d'indications de leur cancérogénicité pour l'homme et l'animal de laboratoire(...)
«Glyphosate Herbicide (actuellement utilisé; herbicide le plus utilisé au monde en volume) Limitées (lymphome non hodgkinien) Suffisantes Génotoxicité et stress oxydatif 2A†
UE = Union européenne
* Voir le Préambule des Monographies du Centre international de Recherche sur le Cancer (CIRC) pour l’explication du système de classification (modifié en Janvier 2006).
†La classification en 2A du diazinon était basée sur des indications limitées de cancérogénicité chez l'homme et l'animal de laboratoire, et des indications solides au niveau mécanistique; pour le malathion et le glyphosate, les données mécanistiques étayent indépendamment le classement en 2A sur la base d'indications de leur cancérogénicité pour l'homme et l'animal de laboratoire.» in http://www.cancer-environnement.fr/426-Vol112-Cancerogenicite-du-tetrachlorvinphos.ce.aspx
Mais:
Ler nas páginas 398 e 399 do Documento da IARC/OMS : «6.4 Rationale
In making this overall evaluation, the Working Group noted that the mechanistic and other relevant data support the classification of glyphosate in Group 2A. In addition to limited evidence for the carcinogenicity
of glyphosate in humans and sufficient evidence for the carcinogenicity of glyphosate in experimental animals, there is strong evidence that glyphosate can operate through two key characteristics of known human carcinogens, and that these can be operative in humans. Specifically:
• There is strong evidence that exposure to glyphosate or glyphosate-based formulations is genotoxic based on studies in humans in vitro and studies in experimental animals. Glyphosate [399] One study in several communities in individuals exposed to glyphosate-based formulations also found chromosomal damage in blood cells; in this study, markers of chromosomal damage (micronucleus formation)
were significantly greater after exposure than before exposure in the same individuals.
• There is strong evidence that glyphosate, glyphosate-based formulations, and aminomethylphosphonic acid can act to induce oxidative stress based on studies in experimental animals, and in studies in
humans in vitro. This mechanism has been challenged experimentally by administering
antioxidants, which abrogated the effects of glyphosate on oxidative stress. Studies in
aquatic species provide additional evidence for glyphosate-induced oxidative stress.» in https://monographs.iarc.fr/ENG/Monographs/vol112/mono112.pdf 

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Canabis para fins medicinais ( a nova Lei da AR)

I Série - Índices do Dia
Portal DRE

Para obter informações mais detalhadas ou para pesquisar a legislação consulte as nossas Bases de Dados no Diário da República Eletrónico.

Diário da República n.º 137/2018, Série I de 2018-07-18


Lei n.º 33/2018 - Diário da República n.º 137/2018, Série I de 2018-07-18
Assembleia da República
Regula a utilização de medicamentos, preparações e substâncias à base da planta da canábis, para fins medicinais

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Proteção de Casas e edifícios com gestão de Biomassa Combustível

Do Facebook de Biosfera: «Foi noticiado hoje que alguns proprietários estão a cortar espécies florestais protegidas e árvores de fruto, por desconhecimento da Lei 124-2006 e com receio das multas anunciadas nos casos de incumprimento de corte e maneio de matos.
No site do ICNF encontra um manual com toda a informação sobre a gestão de combustíveis para proteção de edificações em território rural.
Consulte e partilhe: http://www2.icnf.pt/portal/agir/boapratic/resource/doc/dfci/manual-gestao-combustive

O que está em causa é a Lei 76 2017 correspondente à atualização do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios nomeadamente o artigo 15º e o Anexo à Lei. Consultáveis no Diário da República digital em https://dre.pt/pesquisa/-/search/108010872/details/maximized
Obviamente que, quando digo «o que está em causa», me estou a referir apenas ao ponto de vista jurídico que é a minha área de formação académica, sem significar, claro, que a questão se reduz apenas à Lei em si. Parece-me importante que, finalmente, as pessoas tenham acesso direto ao texto atualizado da Lei o que foi conseguido com o recente formato, finalmente (!), do Diário da República digital, o que há poucos meses não era possível. O novo formato do Diário da República digital permite, finalmente, a consagração do Direito ao Acesso ao Direito consagrado constitucionalmente, na sua faceta de acesso ao conhecimento do próprio texto das leis em vigor. No Post da Biosfera refere-se a Lei 124 2006 mas importa também conhecer o texto da Lei 76 2017, nomeadamente porque mantém/reforça o artigo 15º da Lei 124 2006, que permite e bem a Ação Direta por parte de proprietários de edifícios (casas ou empresas) [caso os proprietários contíguos a edifícios (casas ou empresas) ou os Municípios não o façam] procedendo à gestão da biomassa combustível junto a edifícios.

Foto de Biosfera.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Plants For A Future = search for over 7000 edible and medicinal plants

«Plants For A Future * you can search for over 7000 edible and medicinal plants using a number of search criteria including: common and Latin names, keyword, family, habitat and use (medicinal, edible or other)»: https://www.pfaf.org/user/Default.aspx

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Direito à Alimentação

O cientista económico Amartya Sen, há poucos anos doutorado «honoris causa» pela Universidade de Coimbra, refere nos seus escritos, salvo erro, que a escassez de bens não é o problema económico de base mas sim que o problema económico de base é uma questão de direitos na distribuição de bens que, geralmente, são suficientes para todos mas havendo atualmente como noutras épocas históricas uma grande injustiça na sua distribuição e, digo, na satisfação do Direito à Alimentação por todas as pessoas. Considerando que a Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, prevê que "Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem estar, principalmente quanto à alimentação" parece-me, pois, que não é a agricultura industrial à base de grandes monoculturas e produtos químicos de síntese tóxicos que pode realizar o «Direito à Alimentação» mas sim uma agricultura biológica e orgânica saudável e ecológica à base da policultura, associação de culturas, etc... sem recurso a venenosos pesticidas e adubos químicos.


sábado, 6 de janeiro de 2018

Cozinhar e Comer Urtigas

As urtigas preparam-se e cozinham-se como qualquer outra verdura. A única diferença é a urticária que provocam ao toque pelo que é preciso algum cuidado na apanha, corte e preparação das urtigas protegendo as mãos com luvas de plástico ou borracha ou sacos de plástico. O que causa urticária não é a rigidez dos «picos» (pelinhos visíveis) mas sim as essências que esses picos contêm e que, com a cozedura, desaparecem não havendo qualquer perigo, pois, ao comerem-se urtigas...
Nós adoramos caldo verde de urtigas... A Receita é a mesma do caldo verde feito com couve. Só que se usa uma luva ou um saco de plástico enfiado nas mãos para colher e cortar fino as urtigas em cima de uma tábua de cozinha...
Há quem use só as folhas das urtigas e ache melhor do que espinafres!!!
Mas também dá para usar os caules desde que a planta não tenha entrado em floração pois, neste caso, os caules tornam-se algo fibrosos ... ;)  

(Por outro lado as urtigas são utilizadas em Agricultura Biológica na preparação do Chorume... ver http://www.hortasbiologicas.pt/mesinhas-da-horta-chorume-de-urtigas.html)


Foto da Urtiga Comum

Urtica dioica

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

"The truth about mobile phone and wireless radiation" -- Dr Devra Davis



A really excellent presentation by Dr Devra Davis

This is well worth watching - lots of well-presented up-to-date information. On 30th November 2015, the Dean's Lecture at the University of Melbourne was given by Professor Devra Davis based around the question "What are the health effects of mobile phones and wireless radiation?". Epidemiologist and electromagnetic radiation health-effects expert, Dr Davis, outlines the evolution of the mobile phone and smartphone and provides a background to the current 19 year old radiation safety standards (SAR), policy developments and international legislation (!!!)