sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Praia de Pedrogão - deitar dinheiro fora com reposições de areia inúteis e perdulárias
Os nossos governantes e autarcas não fazem ideia do que são alterações climáticas e a subida do nível do mar (nomeadamente por via do degelo no Ártico e na Antártida): http://www.ipcc.ch/ http://www.publico.pt/ciencia/noticia/relatorio-confirma-culpa-humana-nas-alteracoes-climaticas-recentes-1607259#/0
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3669468&page=-1
Viriato Soromenho Marques sobre a subida de 13cm do mar no séc XX (registo pelo mareógrafo de Cascais) http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3622083 Praia de Pedrogão e deitar dinheiro fora com reposições de areia inúteis e perdulárias: http://www.publico.pt/local/noticia/camara-de-leiria-repoe-areia-na-praia-do-pedrogao-e-envia-factura-a-agencia-do-ambiente-1619505 http://www.diarioleiria.pt/noticias/agencia-deseja-terminar-intervencao-antes-do-verao-no-pedrogao E assim se deita dinheiro fora (ao mar) pois, com o mar a subir e o mau tempo, as marés levam as areias que são repostas por camiões. Na Praia de POedrogão a única coisa a fazer é reforçar a parede da avenida marginal, para proteger as casas, e mais nada! Repor areias é um perfeito disparate, como o demonstram os milhões deitados ao mar nas reposições artificias de areias na Costa da Caparica que de todas as vezes foram levadas pelo mar (e não voltaram!). E depois não há dinheiro para os Centros de Recuperação de Animais da Quercus (que não recebem nenhum dinheiro do Estado e este, por sua vez, não assume o seu dever na Recuperação de Animais). E não há dinheiro para Vigilantes da Natureza em Parques e Reservas naturais e em Rede Natura 2000. E não há dinheiro para manter viveiros florestais de árvores autóctones (o Estado encerrou os viveiros da Lousã e do Choupal em Coimbra). Mas há dinheiro para a Propaganda demagógica: reposição artificial de areias inútil e perdulária... Já agora: (((((((((((((Nota de rodapé nº 33 da minha Tese de Mestrado: "Os anos mais quentes no período entre 1880 e 2011 foram precisamente 1998, 2001, 2002 2003, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010 e 2011 ? vide H39 (ficheiro .xls correspondente ao separador «Ten Hottest Years on Record») que baseou os seus dados no Goddard Institute for Space Studies da NASA in H40, correspondentes à temperatura média global" H39 http://www.earth-policy.org/data_center/C23 H40 http://data.giss.nasa.gov/gistemp/tabledata_v3/GLB.Ts.txt Nota de rodapé nº 37 "Da conferência «Planet Under Pressure» realizada em Londres a 29 de março de 2012 resultou que «Scientists issue first ?State of the Planet? declaration at the world?s largest gathering of experts on global environmental and social issues in advance of the major UN Summit Rio+20»:«Consensus is growing that we have driven the planet into a new epoch, the Anthropocene, in which many Earth-system processes and the living fabric of ecosystems are now dominated by human activities» in H44; neste mesmo documento consta a mensagem a esta conferência feita pelo Secretário-Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon que refere: «Climate change, the financial crisis and food, water and energy insecurity threaten human well-being and civilization as we know it»" H44 ? http://www.planetunderpressure2012.net/pdf/state_of_planet_declaration.pdf Mais: as questões estão interligadas e as políticas de transportes influenciam diretamente as condições ambientais (e que as políticas ambientais podem influenciar os transportes); por mim, parece perfeitamente razoável falar das alterações climáticas recentes pelo fator antropogénico (etimologia...«antro» relativo a Homem ou ao Ser Humano;«génese» gerado, criado = o que foi criado ou gerado pelo Ser Humano) pois aquelas estão relacionadas com os transportes usando combustíveis fósseis e uma alternativa a estes passa por maior utilização de transportes públicos, da pedonalidade e da bicicleta Página 18 da minha Tese de Mestrado: "O Relatório do Estado do Ambiente (REA) 2011 esclarece que em Portugal: «No período 1990-2009 o setor dos transportes, sendo fortemente dominado pelo tráfego rodoviário, foi um dos setores que apresentou maior crescimento de emissões [de GEE= gases de efeito estufa] (87%)» (Vilão 2011:37)" Vilão, Regina et al. (2011), Relatório do Estado do Ambiente 2011, Amadora: Agência Portuguesa do Ambiente, ISBN 9789728577599 in http://sniamb.apambiente.pt/docs/REA/rea2011.pdf Minha Tese de Mestrado in https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/23313/1/Tese%20O%20Direito%20o%20Ambiente%20e%20a%20Mobilidade%20Sustent%C3%A1vel%20em%20Bicicleta.pdf ))))))))))))))))))))
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Tarifas de refª e programação de microprodução e miniprodução para 2014 (Eletricidade via energias renováveis)
Despacho do DGEG, de 26 de dezembro de 2013 (publicado em 26 de dezembro)
http://www.renovaveisnahora.pt/c/document_library/get_file?uuid=65fc4db2-432d-4015-9060-f7c270f8bade&groupId=13360
http://www.renovaveisnahora.pt/c/document_library/get_file?uuid=65fc4db2-432d-4015-9060-f7c270f8bade&groupId=13360
Divulga
o valor da tarifa aplicável no ano de 2014 e a quota de potência de
ligação a alocar, estabelecendo ainda a programação temporal da referida
alocação de potência para a totalidade do ano a que respeita.
Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro (Republicado pelo Decreto-Lei n.º 118-A/2010, de 25 de outubro)
Estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de unidades de microprodução.
Litoral ameaçado (posição pública da Quercus)
Litoral ameaçado from Quercus on Vimeo.
Vídeo com a posição pública da Quercus face aos eventos meteorológicos extremos que atingiram a costa portuguesa, causando danos significativos.
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